A Livyou é uma teia de grandes encontros – vem para celebrar a vida adornando com o tangível e o sublime se misturando a cada momento. Suas ligas se formam a partir de caminhos e metais preciosos, histórias e gemas, afetos e técnica.

Ela une a trajetória de uma família com a vontade de construir algo novo e inovador, a arte do design com a precisão e a técnica da ourivesaria, a tradição da joalheria com os novos valores e aspirações das mulheres que queremos encantar. Neste momento ela aparece para o mundo, mas está sendo construída há mais tempo do que conseguimos contar. Começa com as memórias de alguém que viu seus pais se dedicarem à joalheria por quase quatro décadas e se desenvolve com o desejo de criar algo que dialogue com o futuro. “Passei toda a minha vida tendo as joias como pano de fundo de nossas lembranças”, diz Milton Saito, fundador da marca. “E foi desse leque de conhecimentos e experiências que surgiu a vontade de criar algo autoral, que traduzisse as mulheres que admiramos hoje – dinâmicas, fortes, independentes, que se presenteiam com uma joia para celebrar as próprias conquistas”, completa.
“Queria fazer algo diferente no setor joalheiro, sair do tradicional e apostar em ideias e conceitos inovadores. Além do estilo e foco na mulher independente e moderna, poder fazer escolhas melhores e sustentáveis mesmo em um ramo que veio da exploração do meio ambiente” – Milton Saito
Assim, a Livyou cuida de cada detalhe com o mesmo cuidado e carinho com que cuidamos de nossos caminhos. Planejamos uma marca que temos orgulho de trazer para o público. Da seleção de nossas linhas básicas à escolha da embalagem, do design das coleções exclusivas à busca por materiais e processos responsáveis – tentamos fazer o bem, tomar decisões sobre as quais gostaremos de falar no futuro. O bem estar de cada colaborador é tão valioso quanto uma pedra preciosa. Ir em busca de alternativas que causem menos impacto para o planeta é um desejo tão grande quanto o de desenhar uma bela peça. Assim como nossas clientes, estamos escrevendo uma biografia e entendemos que o sublime mora nos detalhes.
